Mostrando postagens com marcador Flores. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Flores. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Tirando o elefante da caixinha - one more time


Normalmente o ser humano pensa duas vezes antes de expor seus sentimentos. Muitas vezes eles são sufocados na tentativa de fazer com que sumam. Tolice! Quanto mais se quer afastá-los , mais intensos eles ficam. Os sentimentos são inerentes ao homem, querer livrar-se deles é como querer tomar o próprio direito à vida; é como querer guardar um elefante dentro de uma caixa de fósforos, ainda que se consiga fechar ambos não resistiriam. A caixa seria destruida ao menor movimento.

O que quero dizer é que quando se guarda os sentimentos dentro de si próprio, seja por medo ou vergonha, as coisas se tornam ainda mais difíceis. É como se nós fossemos a caixa e o elefante os nossos sentimentos. Isso não ajuda a resolver nenhum dos nossos problemas e ainda traz dor. Querer guardar , algo que tem o triplo do nosso tamanho não nos faz fortes, pelo contrário , nos torna ainda mais frágeis, um esbarrão e explodimos soltando fagulhas pra todos os lados, atingindo até os que não tem a menor relação com as nossas dificuldades.

Aprendendo com meus próprios erros, a verdade é que não dá pra carregar o mundo nas costas , nada em excesso é bom. Nem expostos, nem escondidos, apenas o suficiente pra que não se sinta dor. E como eu não sou do tipo que consegue falar tudo na cara, ou por medo, ou vergonha, ou os dois; Ou por que na hora H as palavras somem, ou por outra razão qualquer, agora eu escrevo. Os sentimentos ficam aqui, mesmo que só de maneira figurada, na dose certa. Na fronteira entre o extremamente público e o absolutamente íntimo.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

MC DIA FELIZ


Gente, pra quem não sabe eu faço parte da assessoria da Casa Ronald. Hoje estive lá e conheci o Matheus, estrela da campanha do Mc dia feliz deste ano. Quem olha essa coisinha fofa e muito esperta não imagina que ele ja enfrentou problemas de gente grande. Essa é uma experiência que descreverei depois.

"Em 2006, quando Matheus tinha apenas um aninho, ele teve linfoma. Natural de Volta Redonda, no sul do estado do Rio de Janeiro, ele se hospedou na Casa Ronald McDonald da capital durante o tratamento no INCA.

Hoje Matheus está em acompanhamento da doença e comemora sua nova vida! Ele representa as mais de 30.000 crianças, adolescentes e seus familiares beneficiados pela campanha, a cada ano, em todo país."

Hoje estou aqui para atestar a seriedade desse trabalho e do Mc dia feliz, que é tão importante pro sustento da casa. Por isso quero convidar a todos para "transformar big macs em sorrisos" amanhã em qualquer Mc Donalds... as criancinhas contam com vocês !!


beijooos

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mudaram as estações ...



Interrompendo essa longa discussão sobre o que as mulheres e os homens pensam sobre relacionamentos, hoje eu quero relembrar...

Há um tempo eu tenho pensado no quanto minha vida vem mudando, no quanto é difícil abrir mão de certas coisas e permitir as transformações que a vida trás. Depois de ver o liindo toy story três, todas essas coisas e mais algumas voltaram a rodear a minha mente e agora cá estou...
Desde a infância eu relutei para crescer. Diferente da ideia que as pessoas têm de que as crianças não entendem nada, eu tinha plena consciência de que o crescimento traria consigo muitas responsabilidades e preocupações. Sempre muito curiosa eu queria saber dos assuntos adultos, mas eu sabia que adultos esquentavam muito a cabeça, então eu queria apenas saber das coisas, só saber.
Ter que ir a escola de manhã e ter o resto da tarde pra brincar ou ver toda a programação da TV eram sem duvidas coisas que me faziam vibrar, pra uma criança a vida parece um eterno feriadão, e mesmo assim a gente vive reclamando de ter que ir a escola e estudar.
Eu costumava ficar perdida no meio de tantas barbies ou sujar muitas roupas brincando de panelinha e foi assim durante bastante tempo, mesmo quando as circunstancias da vida me obrigavam a crescer eu, mesmo atingida pelos problemas fingia não ver que eles existiam.
Quando de fato eu deixei de ser criança? Não sei, essa transição aconteceu aos poucos, mas eu me lembro de quando comecei a me desfazer dos meus brinquedos, a cada um que era dado eu remontava em minha mente muitos momentos... Se desfazer dos brinquedos não é apenas dar o que você não usa mais, como roupas que não cabem, é admitir a mudança
Perceber que os brinquedos não cabem mais a você, a quem você esta se tornando, reconhecer que não mudou só a casca, mas amadureceu por dentro, e por isso não dá mais pra fingir que os problemas não existem. Essa é normalmente a fase do “você esta velha de mais para brincar de bonecas e muito nova para voltar de madrugada”. É a fase em que finalmente se quer crescer e viver sem brinquedos e sem tantas restrições.
A adolescência vem e você passa a experimentar as experiências que ela te oferece, passa a conhecer um novo mundo e a ser muito mais cobrado. Você começa a ouvir com frequência a frase: “você não é mais uma criança”. As maiores expectativas em torno do adolescente dizem respeito justamente ao fim dessa etapa. As pessoas esperam que você passe por ela sem fazer grandes besteiras, sem se envolver com drogas e más companhias e que finalmente amadureça. O que mais te pressiona é ter que passar no vestibular.
A tentativa de se entrar em uma boa universidade muitas vezes ultrapassa a adolescência...e depois de ter passado por todas essas etapas o filme me trouxe ótimas lembranças do que aconteceu, dos ciclos que ficaram pra trás... a questão é que as mudanças acontecem o tempo todo, essas acontecem de uma forma geral na vida de todos, mas encerramos e começamos ciclos em tudo na vida, alguns que são mais característicos dos caminhos percorridos por cada um.
O que eu tenho certeza é que cada experiência vivida deixa marcas e acrescenta coisas a sua personalidade ou dá ensinamentos, mas algo de cada fase/ciclo permanece em nós. Eu por exemplo, espero nunca deixar de ser criança por completo...

quarta-feira, 14 de abril de 2010

"And we' ve got to find other ways to make it alone ,Or keep a straight face"

Essa semana eu estava sem muita criatividade e pretendia postar um texto do meu antigo blog, mas os últimos dias me fizeram pensar em muita coisa, então, resolvi falar.

Sempre chega um momento na vida em que você se vê obrigado a fazer escolhas. Com o passar do tempo essas escolhas deixam de ser "sorvete de chocolate ou baunilha" e se tornam realmente complexas. Devo mesmo me prender a uma religião? Que profissão devo seguir? Manter as aparências ou ser você mesmo? Esconder ou expor? Um emprego bom que é chato ou um em que ganhe menos e me sinta realizado?

Essas são só algumas das perguntas que permeiam a mente humana, ao escolher A, temos que deixar todo o resto do alfabeto de lado e nem sempre isso é simples. Mas nem sempre o caminho mais simples é o melhor. Sempre que se sofre se tem uma recompensa no final?Da minha parte serei realmente pessimista,da sua tire as conclusões que lhe forem convenientes ou que lhe foram permitidas com o vivenciar dos fatos.

O que eu posso dizer é que nem sempre haverá um pote de ouro no final do arco-iris, contos de fadas são mentiras, você deveria saber isso desde criança. O principe encantado não aparecerá, seu amor pode estar mais próximo de um sapo. Não espere que outro desista para mostrar que o quer, "o que os olhos não vem o coração não sente". Não espere que as pessoas saibam ler nas entrelinhas, se quer que alguém note algo diga de uma vez por todas. Você pode perder o amor da sua vida por medo de declarar-se, eu já perdi o meu para alguém que teve coragem, mas isso não significa que não possa tê-lo nunca, se ele é seu amor ele é seu, portanto não desista, relacionamentos começam e terminam o tempo todo no mundo inteiro.

Não acuse as pessoas sem que essa acusação seja feita olhando nos olhos dessa pessoa, ninguém pede desculpas por um erro que não sabe que cometeu. Todos merecem uma segunda chance,mas não se deixe ser feito de bobo, algumas pessoas se aproveitam disso. Não deixe as coisas pra depois, opte: dormir tanto ou aproveitar mais os meus dias ? Você nunca é burro demais se tem força de vontade, se não gostar da faculdade que escolheu faça outro vestibular. Nunca é tarde para construir família, algumas mulheres tiveram filhos aos 40, existem inúmeras crianças querendo ser adotadas.

Nós não podemos mudar o começo, mas podemos mudar o fim, os maiores homens foram aqueles que tiveram coragem de voltar atrás e admitir que estavam errados.

EU ERREI, ERRO E ESTOU ERRANDO AGORA.
Eu dificilmente sigo os conselhos que dou aos outros , se seguisse seria mais feliz, mas eu ainda não sou uma grande mulher, ainda peco por medo.

Nunca é tarde pra voltar atrás, podemos buscar outros meios de seguir em frente sozinhos ou ficar com uma cara boa, apenas a cara ...

"Walking the streets
With you and your worn out jeans
I can't help thinking this is how it ought to be
Laughing on a park bench thinking to myself
Hey, isn't this easy?" - Taylor Swift

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Pra começo de conversa...


Eu tenho o incontrolável hábito de rezar antes de dormir, mas por coincidência as minhas orações dificilmente terminam com cara de prece, lá pelo terceiro minuto quando estou agradecendo ou fazendo uma sutil reclamação (sutil porque eu não acho legal ser grosseira com Deus né!) a minha oração se transforma em uma imensa reflexão sobre o meu dia ou sobre as razões que me levam a pedir , agradecer e até a rezar.
Enfim, eu sempre acabo dissertando comigo mesma sobre vários assuntos que eu tenho vontade de escrever, mas como já estou deitada, tenho preguiça de fazer. De manhã a preguiça é maior ainda então eu acabo deixando pra lá.
Pra não deixar mais pra lá eu resolvi escrever num Blog as coisas que eu quero dividir. Assim eu poupo meus pobres amigos que não são obrigados a me ouvir sempre, aqui eu escrevo quando estiver com vontade e lê quem quiser, ninguém é forçado a nada e a gente tem uma relação que simplesmente flui , sem DR's, lindo né ?
Bom, eu perdi algum tempo pensando em um nome, só me vinham coisas esdrúxulas. Primeiro não queria me identificar, depois mudei de ideia. Se é pra falar , que saibam quem fala. Pensei que o meu próprio nome seria bastante prepotente, mas acabei ficando com uma derivação dele mesmo, melhor do que todas as estranhices que eu pensei até então.
É isso, depois falo mais ...