sexta-feira, 27 de agosto de 2010

MC DIA FELIZ


Gente, pra quem não sabe eu faço parte da assessoria da Casa Ronald. Hoje estive lá e conheci o Matheus, estrela da campanha do Mc dia feliz deste ano. Quem olha essa coisinha fofa e muito esperta não imagina que ele ja enfrentou problemas de gente grande. Essa é uma experiência que descreverei depois.

"Em 2006, quando Matheus tinha apenas um aninho, ele teve linfoma. Natural de Volta Redonda, no sul do estado do Rio de Janeiro, ele se hospedou na Casa Ronald McDonald da capital durante o tratamento no INCA.

Hoje Matheus está em acompanhamento da doença e comemora sua nova vida! Ele representa as mais de 30.000 crianças, adolescentes e seus familiares beneficiados pela campanha, a cada ano, em todo país."

Hoje estou aqui para atestar a seriedade desse trabalho e do Mc dia feliz, que é tão importante pro sustento da casa. Por isso quero convidar a todos para "transformar big macs em sorrisos" amanhã em qualquer Mc Donalds... as criancinhas contam com vocês !!


beijooos

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Que coisa feia !


Eu assisti uma palestra do saudoso padre Leo pela TV, e não me canso de tanto encantamento diante da sua capacidade magnífica de explicar as coisas de Deus. Independente de religião ou da própria crença na existência de deus , as coisas que ele diz fazem muito sentido.
Dentre as tantas coisas que ele disse hoje, suas palavras a respeito da nossa “inteligência emocional” me fizeram refletir bastante. Quem nunca ouviu falar que para se entrar no reino dos céus é preciso se assemelhar às crianças? Bom, mas isso não faz sentido só pra quem acredita. Para se viver bem é preciso ser como uma criança. Sua sinceridade, sua pureza, são coisas que devem permanecer em todos nós. Conforme crescemos. Somos cada vez mais podados, seja por nossos pais, familiares, professores. Sempre recebemos orientações sobre como devemos nos comportar, qual é a maneira mais apropriada. Isso faz com que mesmo sem maldade e sem nos dar conta, vistamos inúmeras mascaras e bloqueemos nossos sentimentos. Ter de fingir que se esta alegre, ter de ser simpático com todos, enfim, manter as aparências.
É justamente ai que se reforça a necessidade de ser como uma criança. Tão espontâneas elas não simulam estar felizes quando algo as desagrada, não fazem cara de boazinhas para todos, não fingem gostar de quem elas não gostam, mesmo que isso lhe custe o pirulito que ela queria, uma bronca ou um beliscão. É comum se deparar com uma mãe sem graça depois de situações do tipo “dá um beijo na tia”, “não , ela é chata”... “filhoo, o que é isso, não foi assim que eu te eduquei...criança tem cada uma né?!”
É! Cada uma que anda faltando em nós... chega beirar a hipocrisia, vivemos reclamando de pessoas falsas ao nosso redor e insistimos em conter nossas emoções e não mostrar nossos reais sentimentos... se as crianças entendessem isso tudo, no mínimo diriam: “ que coisa feia, não foi isso que você me ensinou!”

segunda-feira, 2 de agosto de 2010



Boom gente , a um tempo atrás ganhei este selo, eu nao sabia da existência disso, mas fiquei muito feliz de saber que tem gente que realmente gosta do que lê por aqui !
Obrigada celle > Flores in vitro

Bom, aí vão as regras:

1 - Colocar a imagem do selo no blog.
2 - Linkar o blog que indicou.
3 - Indicar blogs ao selo.
4 - Comentar nos blogs dos indicados sobre esse selo.

Indico:
Flores in vitro (não é só p retribuir, mas pq eu gosto mesmo)
Blog da Aline, a Paggy
Etcétera e tal
Infeliz é aquele que não vive do amor
A mais alta das torres começa aqui no solo

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Mudaram as estações ...



Interrompendo essa longa discussão sobre o que as mulheres e os homens pensam sobre relacionamentos, hoje eu quero relembrar...

Há um tempo eu tenho pensado no quanto minha vida vem mudando, no quanto é difícil abrir mão de certas coisas e permitir as transformações que a vida trás. Depois de ver o liindo toy story três, todas essas coisas e mais algumas voltaram a rodear a minha mente e agora cá estou...
Desde a infância eu relutei para crescer. Diferente da ideia que as pessoas têm de que as crianças não entendem nada, eu tinha plena consciência de que o crescimento traria consigo muitas responsabilidades e preocupações. Sempre muito curiosa eu queria saber dos assuntos adultos, mas eu sabia que adultos esquentavam muito a cabeça, então eu queria apenas saber das coisas, só saber.
Ter que ir a escola de manhã e ter o resto da tarde pra brincar ou ver toda a programação da TV eram sem duvidas coisas que me faziam vibrar, pra uma criança a vida parece um eterno feriadão, e mesmo assim a gente vive reclamando de ter que ir a escola e estudar.
Eu costumava ficar perdida no meio de tantas barbies ou sujar muitas roupas brincando de panelinha e foi assim durante bastante tempo, mesmo quando as circunstancias da vida me obrigavam a crescer eu, mesmo atingida pelos problemas fingia não ver que eles existiam.
Quando de fato eu deixei de ser criança? Não sei, essa transição aconteceu aos poucos, mas eu me lembro de quando comecei a me desfazer dos meus brinquedos, a cada um que era dado eu remontava em minha mente muitos momentos... Se desfazer dos brinquedos não é apenas dar o que você não usa mais, como roupas que não cabem, é admitir a mudança
Perceber que os brinquedos não cabem mais a você, a quem você esta se tornando, reconhecer que não mudou só a casca, mas amadureceu por dentro, e por isso não dá mais pra fingir que os problemas não existem. Essa é normalmente a fase do “você esta velha de mais para brincar de bonecas e muito nova para voltar de madrugada”. É a fase em que finalmente se quer crescer e viver sem brinquedos e sem tantas restrições.
A adolescência vem e você passa a experimentar as experiências que ela te oferece, passa a conhecer um novo mundo e a ser muito mais cobrado. Você começa a ouvir com frequência a frase: “você não é mais uma criança”. As maiores expectativas em torno do adolescente dizem respeito justamente ao fim dessa etapa. As pessoas esperam que você passe por ela sem fazer grandes besteiras, sem se envolver com drogas e más companhias e que finalmente amadureça. O que mais te pressiona é ter que passar no vestibular.
A tentativa de se entrar em uma boa universidade muitas vezes ultrapassa a adolescência...e depois de ter passado por todas essas etapas o filme me trouxe ótimas lembranças do que aconteceu, dos ciclos que ficaram pra trás... a questão é que as mudanças acontecem o tempo todo, essas acontecem de uma forma geral na vida de todos, mas encerramos e começamos ciclos em tudo na vida, alguns que são mais característicos dos caminhos percorridos por cada um.
O que eu tenho certeza é que cada experiência vivida deixa marcas e acrescenta coisas a sua personalidade ou dá ensinamentos, mas algo de cada fase/ciclo permanece em nós. Eu por exemplo, espero nunca deixar de ser criança por completo...

sexta-feira, 18 de junho de 2010

AGD - a visão masculina

Depois de protestos masculinos sobre o meu último post, resolvi abrir espaço para que um deles desse a sua opinião sobre o assunto. Vamos ver que tipo de comentários isso vai gerar. Adianto a vocês que o autor do post é um calouro da UERJ, conhecido pela sua fama de "muleque piranha", bom vou deixar que tirem suas próprias impressões, mas não poderia deixar de citar aqui o "quem sou eu" dele no orkut:

"Meu objetivo é amar muitas mulheres, mas partir poucos corações" Casanova



Olá, venho por este texto mostrar um pouco da visão masculina sobre o tema abordado por nossa amiga J.R. Que fique claro que apesar de ser uma visão masculina sobre o tema essa opinião diz respeito a minha pessoa e a um grupo bem grande de homens.

Vamos começar analisando uma parte do que nossa amiga escreveu:

"Está cada vez mais comum ver garotas reclamando da escassez de homens que prestem. Não é raro ouvir alguma menina dizer que aquele carinha por quem ela estava super afim simplesmente não vale o chão que pisa; Que atire a primeira pedra aquela que nunca proferiu a seguinte frase: “vou virar freira, é a única opção que me resta!”."

Percebe-se no trecho que há algo errado, ela afirma que cada vez mais garotas reclamam dos homens e que eles não valem o chão em que pisam. Ok !, mas será mesmo que o problema está nos homens ou em ambos os sexos ?, podemos afirmar simplesmente que grande parte dos homens só querem putaria ou há algum ruído na comunicação entre homem-mulher ?

Começaria mostrando um trecho do livro “A Transformação da Intimidade”, do
Anthony Giddens: “Hoje em dia os garanhões são produtos das próprias transformações da vida pessoal às quais, à superfície, eles parecem se contrapor mais firmemente. São sedutores em uma época em que a sedução tornou-se virtualmente obsoleta, e isto explica muita coisa sobre a natureza de sua compulsão. A “sedução” perdeu grande parte do seu significado em uma sociedade em que as mulheres tornaram-se muito mais “sexualmente disponíveis” aos homens do que jamais foram...O aventureiro sexual moderno tem rejeitado o amor romântico, ou utiliza sua linguagem apenas como retórica de persuasão. Por isso, sua dependência das mulheres só pode ser validada no âmbito sexual.”

Me baseando no texto, acredito de início, que homem e mulher buscam a mesma coisa, AMOR E REALIZAÇÃO, mas seguem caminhos diferentes para alcançá-la. A revolução sexual feminina com certeza quebrou com parâmetros que antes definiam um sociedade machista e controladora, o que faz com que todos tenham o seu próprio espaço bem individualizado. Aonde está aquele amor romântico e intenso que lemos nos livros ?, sumiu. Sumiu porque a revolução feminina acabou com a necessidade masculina de se mostrar digno de amor, separando de vez os laços e definindo bem os espaços.

Vocês mulheres hoje em dia estão extremamente competitivas, ocupam lugares de grande prestígio, acabaram com diversos preconceitos e o principal...diminuíram o MACHISMO em nossa sociedade, e aí é que está um grande problema, pois para mim o machismo é o pai do romantismo. Sem machismo, sem romantismo.

Para pôr a mulher em seu “lugar” e amansá-la nada melhor que a idéia do maternal, da mãe, da mulher que cuida do emocional e educa. A mulher que quer viver um lindo amor é a mesma que lê romances baratos, assiste novelas, cuida dos filhos, uma verdadeira dona do LAR.
A questão reside no fato de que a mulher mudou muito e o homem precisa também mudar para se adaptar. A mulher trabalha, tem sua independência e o principal...sua sexualidade bem independente, o que contrasta com o romantismo idealizado pelos próprios homens.
Veja bem, quando me refiro ao romantismo não estou me referindo apenas a uma linda historia que dá certo cheia de clichês, mas me refiro a um tipo de relacionamento baseado na crença de que um será eternamente feliz com o outro, de que ambas as partes irão ceder para um bem maior. Sem machismo, sem romantismo. Sem romantismo, sem relacionamento tipicamente ideal.

Até agora fiz uma análise, admito que boba, sobre o romantismo e o papel atual da mulher, que é contraditório.Agora darei a mais seca opinião masculina sobre o assunto.

O homem tem uma visão diferente das mulheres, não costumamos DRAMATIZAR as coisas, todos os meses tomamos alguns diversos foras de mulheres(muito mais que vocês) e nem por isso ficamos choramingando por aí. A mulher ainda não perdeu a mania de achar que tudo é uma conspiração maior em vez de pensar que ele SIMPLESMENTE não estava afim de você, que você não foi o suficiente para ele.
Nós pulamos de galho em galho até achar alguém que nos faça se sentir completos, igual a vocês mulheres, mas estamos despidos de qualquer romantismo ou ideal. Pagamos pra ver sem pensar muito, sem sentimentalizar. Arriscamos, e seja que Deus quiser.
A mulher tem ao péssimo hábito de rotular sempre o homem quando o relacionamento não dá certo, sempre procura uma causa pra isso.

Legal, você se sente sozinha ?, usada ?, mal amada ?...também me sinto da mesma forma, mas estou tentando achar alguém ainda... Não tenho nada a perder, cada caso é uma história, uma nova aprendizagem e uma memória que nunca vai sumir.
Vocês tentam se diferenciar uma das outras dizendo para o seu atual “desenrolo”: “ai, já sofri muito por amor”, “to confiando em você, porque até pouco tempo atrás prometi não ficar com mais ninguém” já ouvi isso muitas vezes, e sabe o que aconteceu ?, é...hoje estou sozinho, antes sentia até pena...mas depois que vi que todas utilizavam deste artifício eu me acostumei.

#ficaadica, se quer ser valorizada por um homem não tente cair na moda de tentar ser diferente. Ninguém deve tentar ser especial ou forçar um sentimento onde se sabe que não tem. Projetar coisas traz muita decepção.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

AGD – associação das garotas desiludidas



Está cada vez mais comum ver garotas reclamando da escassez de homens que prestem. Não é raro ouvir alguma menina dizer que aquele carinha por quem ela estava super afim simplesmente não vale o chão que pisa; Que atire a primeira pedra aquela que nunca proferiu a seguinte frase: “vou virar freira, é a única opção que me resta!”.
Depois de tanto ouvir e dizer isso resolvi, com a ajuda de uma amiga nada satisfeita, criar uma associação, ainda não sei com que objetivo, mas vai que só a pressão da sua existência já surte algum efeito!
A verdade é que para essa analise existem dois tipos de garota: as que se apaixonam fácil e as que se fazem de duronas. No fim das contas as duas acabam apaixonadas. Em raríssimos casos algumas encontram um cara que as leve a sério, digamos que em uma frequência de ½ %.
Rotineiramente as meninas que não fazem parte do grupo das sortudas reclamam que não têm sorte, que se sentem vistas como um objeto. O que parece é que nós (me incluo nessa parada) por mais que tentemos, nunca seremos a garota pra namorar, pelos olhos de algumas pessoas. Você não se acha uma extrema porcaria por que vários caras querem ficar com você, mas ao mesmo tempo acha que não presta pra nada, por que acha que o interesse que desperta nos homens não passa disso.

Quando você finalmente se depara com o cara que você diz : “é ele”
A)Ele te decepciona e vc descobre que ele não prestava
B)Ele também te decepciona e diz que você é muito legal, mas que ele não quer nada sério e vc é garota pra namorar.

Quem nunca ouviu isso?
É ai que você fica: ótimo e agora o que eu faço? (viro freira ou perdida?)
Quantas vezes você já não se perguntou: por que ela e não eu, essa garota é a maior (com o perdão da palavra) piriguete!
Ainda tem essa, quando esse meio por cento de garota que tem sorte é daquele tipinho que vc nunca acredita que vai encontrar um namorado.

Diante de tanta insatisfação, que não é só minha, e em solidariedade a uma amiga insatisfeita, resolvi tornar isso público rs.
Se vc tbm se sente assim, espalhe AGD por ai, no seu MSN, Orkut, blog... vai que funciona!

AGD – por homens melhores ! ahaha

domingo, 23 de maio de 2010

Equilíbrio: Em que bolsa eu coloquei ele ?


Hoje, depois de um dia feliz e conturbado, eu parei, respirei e olhei pra mim mesma.
Sem muito esforço me dei conta de que eu simplesmente não me reconheço, não estou agindo como naturalmente faço. A falta de paciência, controle, o medo excessivo, a insegurança, os detestáveis palavrões que teimam em sair. Coisas que não me fazem crescer, que não me levam a diante e que têm me acompanhado constantemente.
Eu preferia ser do tipo que contava até dez e que dizia insuportável, inconveniente, ou outra palavra dependendo do contexto, no lugar de filho da puta. O palavrão não ofende quem eu quero ofender, e a verdade é que o palavrão é o de menos, é esse comportamento que não é característico de mim.
Depois de ver tudo isso, estou tentando reencontrar meu equilíbrio, deixar de lado essas coisas estranhas que só me trazem uma coisa: a sensação de vazio, estou me sentindo sem referência. Lidar comigo mesma tornou-se uma tempestade, e eu não estou de TPM. Quem é que nunca se sentiu assim? Insatisfeito consigo mesmo querendo mais atenção sua pra você. Se não estou bem comigo, não estarei bem com mais ninguém, é isso que tem que mudar, quero de volta minhas gargalhadas escandalosamente felizes e o meu controle desprovido de palavrões.

Atividade proposta: ser quem eu sou, deixar todos verem isso, não ter medo de sentir o que eu sinto e de dizer isso a quem precisa saber.